A Visão
Do Ângulo De Diferentes Pontos De Vistas É O Panorama
Prismico Que Promove A Educação Equilibrada.
EVILASIO DE SOUSA
ERRO
- Estudar - Casamentos - Razão - Verdades -
Estrabismo - Distorções - Bem - Mal - Movimento- Inveja - Potencial
- Referências - Mitos - Má Educação - Visão Prismica -
AS BOAS
ESTRATIFICAÇÕES
DA EDUCAÇÃO
EQUILIBRADA,
São Ângulos Infinitos
Por Conquistas,
Para Quem,
Deseje,
Maior E Melhor
Alcance,
De Suas
Conceituais Vistas.
Tais Ângulos,
Suponho,
São As Metas E Objetivos,
Que Traçamos,
Para Dar Movimento,
Ânimo,
Aos Sonhos
Dos Seres Humanos,
Como Idealistas.
O Escopo Da Educação,
É:
- A Troca,
- O Compartilhamento,
Da Informação,
Já Que,
Cada Ser,
Está Num Ângulo,
Pontual E Individual,
De Visão.
VEJA O QUE O
ESCRITOR
PORTUGUÊS,
Mário De Sá
Carneiro,
Poetizou Em "Indícios
De Oiros"
Ângulo
Aonde irei neste sem-fim perdido,
Neste mar oco de certezas mortas? -
Fingidas, afinal, todas as portas
Que no dique julguei ter construído...
- Barcaças dos meus ímpetos tigrados,
Que oceano vos dormiram de Segredo?
Partiste-vos, transportes encantados,
De embate, em alma ao roxo, a que rochedo?...
- Ó nau de festa, ó ruiva de aventura
Onde, em Champanhe, a minha ânsia ia,
Quebraste-vos também ou, por ventura,
Fundeaste a Ouro em portos d'alquimia?...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Chegaram à baía os galeões
Com as sete Princesas que morreram.
Regatas de luar não se correram...
As bandeiras velaram-se, orações...
Detive-me na ponte, debruçado,
Mas a ponte era falsa - e derradeira.
Segui no cais. O cais era abaulado,
Cais fingido sem mar á sua beira...
- Por sobre o que Eu não sou há grandes pontes
Que um outro, só metade, quer passar
Em miragens de falsos horizontes -
Um outro que eu não posso acorrentar...
Neste mar oco de certezas mortas? -
Fingidas, afinal, todas as portas
Que no dique julguei ter construído...
- Barcaças dos meus ímpetos tigrados,
Que oceano vos dormiram de Segredo?
Partiste-vos, transportes encantados,
De embate, em alma ao roxo, a que rochedo?...
- Ó nau de festa, ó ruiva de aventura
Onde, em Champanhe, a minha ânsia ia,
Quebraste-vos também ou, por ventura,
Fundeaste a Ouro em portos d'alquimia?...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Chegaram à baía os galeões
Com as sete Princesas que morreram.
Regatas de luar não se correram...
As bandeiras velaram-se, orações...
Detive-me na ponte, debruçado,
Mas a ponte era falsa - e derradeira.
Segui no cais. O cais era abaulado,
Cais fingido sem mar á sua beira...
- Por sobre o que Eu não sou há grandes pontes
Que um outro, só metade, quer passar
Em miragens de falsos horizontes -
Um outro que eu não posso acorrentar...
Evilasio de Sousa.
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